quinta-feira, 19 de julho de 2018

Brasil tem 667 casos confirmados de sarampo, informa Ministério da Saúde

O Brasil tem 677 casos confirmados de sarampo. Os dados sobre a doença foram atualizados nesta quarta-feira, 18, pelo Ministério da Saúde. Segundo a pasta, o País enfrenta dois surtos de sarampo: um em Roraima e outro no Amazonas – regiões mais atingidas pelo vírus.
O Estado do Amazonas tem 444 casos de sarampo confirmados. Em Roraima, são 216. Há confirmações ainda nos Estados de Rondônia (1), Rio de Janeiro (7), São Paulo (1) e Rio Grande do Sul (8). O País tem outros 2.724 casos em investigação. Segundo o Ministério da Saúde, os surtos no Brasil estão relacionados à importação da doença – o genótipo do vírus é o mesmo que circula na Venezuela.
Em 2017, casos de sarampo em venezuelanos que viajaram a Roraima foram confirmados, causando um surto da doença no Estado. Houve, então, a ampliação de registros da doença para Manaus neste ano, de acordo com a pasta.
O Ministério Saúde informou que mantém equipes técnicas para acompanhar as ações de enfrentamento da doença no Amazonas e em Roraima. “A pasta tem qualificado profissionais de saúde com o objetivo de possibilitar a identificação de sinais e sintomas que definem um caso suspeito de sarampo, além da adoção de outras ações de vigilância epidemiológica.”
Em São Paulo, um caso da doença foi confirmado em abril em Ribeirão Preto. Trata-se de uma profissional de saúde que viajou ao Líbano. O registro foi considerado um caso importado da doença. Foram feitas ações de monitoramento da doença na região, mas não foi identificada transmissão do vírus e a paciente se recuperou.
Como se prevenir contra o sarampo
O sarampo é uma doença altamente contagiosa cuja principal forma de prevenção é a vacinação. Apesar da importância da imunização, o País tem cobertura vacinal abaixo da meta definida pelo Ministério da Saúde e preconizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo a pasta, a cobertura no Brasil foi de 85,21% na primeira dose (tríplice viral) e de 69,95% na segunda dose (tetra viral) em 2017. A meta é de 95%.
A vacina contra o sarampo deve ser tomada em duas doses: uma aos 12 meses (tríplice viral) e outra aos 15 meses (tetra viral). Crianças de 5 a 9 anos de idade que não foram vacinadas anteriormente devem tomar duas doses da vacina tríplice com intervalo de 30 dias entre as doses. Entre 6 e 31 de agosto uma campanha de vacinação será realizada no País. O público-alvo são crianças de 1 ano a menores de 5 anos.
Vacinação no mundo
O mundo registrou no ano passado um recorde de crianças vacinadas – 123 milhões, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira, 17, pelo Unicef e pela OMS – uma alta que ocorre tanto por aumento da população quanto de cobertura vacinal. O Brasil, porém, caminha na contramão desse movimento, com queda na porcentagem de crianças vacinadas nos últimos três anos.
Perguntas e respostas sobre o sarampo
Como se pega o sarampo?
O sarampo uma doença viral e contagiosa. Segundo Filipe Piastrelli, infectologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, o paciente adquire a doença por partículas respiratórias e nem sempre quem transmite está com sintomas. “O vírus pode entrar pela conjuntiva do olho ou pelas mucosas, começa a se multiplicar e chega à circulação sanguínea, quando atinge o maior potencial de transmissão.”
Quais são os sintomas?
O primeiro é a febre, que quase todos os pacientes têm. Depois de um ou dois dias, tem início um quadro com tosse, coriza e conjuntivite. Só depois aparecem as lesões na pele. “A incubação dura de sete a 21 dias, mas a pessoa começa a transmitir cinco dias antes de aparecerem os sintomas e continua transmitindo por cinco dias”, explica o infectologista do Sabará Hospital Infantil Francisco Ivanildo de Oliveira Júnior.
Como é feito o diagnóstico?
Por exames clínicos e laboratoriais.
Se for confirmado que o paciente está com sarampo, ele deve ficar isolado?
Sim. Como é uma doença contagiosa, ele deve evitar o contato com outras pessoas e, caso receba visitas, elas devem usar máscaras.
A vacina é eficaz para evitar a doença? Em quanto tempo ela começa a fazer efeito?
“É uma vacina boa, com mais de 90% de eficácia. A proteção plena vai ocorrer de dez a 14 dias”, diz Oliveira Júnior.
Qualquer pessoa pode tomar a vacina?
Não. Assim como a vacina da febre amarela, ela é feita com vírus vivo atenuado. Ela não é recomendada para gestantes, bebês com menos de 1 ano e pacientes imunodeprimidos. “A primeira escolha é fazer a vacina, se a pessoa tem alguma contraindicação, faz a imunoglobulina, que tem anticorpos formados e reduz formas graves da doença”, explica Piastrelli.
Quantas doses devem ser tomadas? 
Tanto o Ministério da Saúde quanto a Organização Mundial da Saúde recomendam duas doses durante a vida. No Brasil, as doses são aplicadas com 12 e 15 meses de vida. Caso a pessoa só tenha tomado uma dose, deve tomar a segunda até os 29 anos. Se nunca tomou até essa idade, só será necessário tomar uma dose entre os 30 e os 49 anos.
A pessoa deve tomar a vacina se perdeu a caderneta e não sabe se foi imunizada?
Sim. As doses recomendadas devem ser tomadas pelo paciente.
Pessoas que tiveram contato com pacientes infectados também são beneficiadas pela vacina?
Se tomada até 72 horas após o contato, a vacina é capaz de reduzir formas mais graves da doença. Mas as ações de bloqueio sempre devem ser realizadas.
Fontes: Filipe Piastrelli, infectologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz; Francisco Ivanildo de Oliveira Júnior, gerente de qualidade e do serviço de controle de infecção hospitalar do Sabará Hospital Infantil; Ministério da Saúde; Organização Mundial da Saúde.


Arrecadação do Estado do RN termina 1º semestre com crescimento real de 4,83%

Em tempos difíceis, o secretário estadual de Tributação, André Horta, traz notícias alentadoras para o Rio Grande do Norte. A arrecadação do Estado neste 1º semestre ultrapassou a barreira dos R$ 2,9 bilhões – um crescimento real de 4,83% na comparação com o mesmo período do ano passado. Os R$ 200 milhões a mais vêm sendo comemorados e foram oriundos da edição do 2018 do Refis – Programa de Refinanciamento Fiscal para Regularização de Créditos junto à União.
O bom humor do secretário André Horta foi renovado ao término da primeira quinzena deste mês, quando o valor arrecadado já está 8% superior, ante o mesmo período de 2017, mas, neste caso, os números não foram comentados por conta de possíveis oscilações até o fim do mês – tanto para mais, quanto para menos. “Este ano, só tivemos um mês de arrecadação negativa na comparação com 2017. Isso aconteceu no mês de junho e teve como reflexo a greve dos caminhoneiros”, justifica- se o secretário de Tributação.
Os R$ 200 milhões oriundos do Refis não estão sendo comemorados apenas por contribuir para a elevação da arrecadação, e sim por ter sido o maior Refis realizado pelo governo do Estado até o momento. André Horta disse, ainda, que este valor é quatro vezes maior que a média de todos os Refis realizados nos anos anteriores, isso já incluindo a inflação e correções monetárias. A expectativa agora está em torno dos esclarecimentos do Fundo de Participação dos Estados (FPE), que é composto por 22,5% de tudo o que for arrecadado com o Imposto de Renda (IR), seja ela pessoa física, jurídica, ou retido na fonte, além do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
De acordo com o secretário André Horta, o governo federal pega 22,5% de todo o IR e IPI e divide entre os Estados. A equipe técnica da Secretaria Estadual de Tributação (Set) tem monitorado os números destes dois impostos arrecadados pela União e as expectativas – na comparação com o ano passado – são bem melhores. André Horta destacou que a crise vivida pelo Brasil a partir de 2015 foi pior que a quebra da Bolsa de Valores de Nova York, ocorrida em 1929, gerando desemprego em massa, fortalecimento de regimes ditatoriais e contribuindo para a eclosão da 2ª guerra mundial. “Saímos da pior fase e este ano será melhor, mas não dá para quantificar”, acrescentou André Horta.
Arrecadação maior ajuda a pagar a folha e diminuir déficit previdenciário
Apesar de considerar cedo demais para pôr o Rio Grande Norte numa curva de ascensão em termos de arrecadação, André Horta admite que esta ligeira alta nos valores tributários fornecem um indício qualificado para ações como pagamento dos servidores públicos e também ao combate ao déficit previdenciário. “Vivemos um período muito difícil. A lava jato trouxe prejuízos, os preços das commodities caíram, além das bolhas do setor imobiliário. Tudo isso passou e agora estamos iniciando uma nova fase, mas é só o começo”, explicou Horta.
O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) foi responsável por 96% de todo o volume das receitas estaduais, deixando o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCD) com 4% juntos. Quanto à quota-parte do ICMS, que é distribuída anualmente aos municípios, André Horta disse que, como em todos os anos, poderá haver variações positivas ou negativas. Tudo vai depender dos faturamentos industrial, comercial e de serviços – neste caso, comunicação e transporte – de cada cidade. “Se algum município tiver uma nova fábrica instalada, por exemplo, a quota-parte será maior”, resume André Horta.


Começam sexta-feira convenções para escolha dos candidatos a presidente

Ainda com o cenário das coligações indefinido, os partidos políticos iniciam nesta sexta-feira (20) as convenções nacionais que vão decidir os candidatos à Presidência da República, nas eleições de outubro. Os nomes dos candidatos a presidente e a vice têm que ser aprovados nas convenções até 5 de agosto e registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até 15 de agosto.

Neste momento, há 18 pré-candidatos, mas esse número já foi superior a 20 – alguns desistiram no meio do caminho, outros foram barrados pelos partidos políticos. O total de candidatos poderá ser menor, já que alguns partidos, como o DEM, o SD e o PCdoB, estão sendo provocados a desistir da candidatura própria para apoiar chapas mais competitivas.

O quadro de indefinição, segundo o cientista político Leonardo Barreto, se deve a fatores diversos, começando pelo fato de o Palácio do Planalto não estar influenciando o processo eleitoral. “Quando o Executivo está forte, tentando a reeleição ou fazer o sucessor, a tendência é que a coligação governista seja reproduzida, a oposição se organize e até surja a terceira via. Neste ano, o governo não tem um candidato forte nem colocou peso no candidato da oposição. Isso levou à pulverização de candidaturas”, argumentou.

Neste cenário com vários candidatos, avaliou Barreto, até agora nenhum nome empolgou nem se apresentou como favorito, o que cria dificuldades para os partidos se posicionarem, pois todos querem apostar em alguém com chances de vitória. Além disso, os partidos querem ter claro o papel que exercerão no futuro governo. “Todos esses fatores levam ao quadro de barata voa nas convenções”, afirmou.

Articulações

Três partidos – PDT, PSC e PCB – têm reuniões marcadas para esta quinta-feira. Em Brasília, os convencionais do PDT e do PSC vão decidir se confirmam as candidaturas de Ciro Gomes e Paulo Rabello de Castro, respectivamente. Ciro e Rabello ainda não têm nomes para vice. O PCB se reunirá no Rio de Janeiro, mas não terá candidato próprio na eleição presidencial de outubro.

Sexta-feira, será o dia de PSOL, PMN e Avante realizarem suas convenções. PMN e Avante tendem a não ter candidaturas próprias, enquanto o PSOL deve confirmar a chapa Guilherme Boulos e Sônia Guajajara. Domingo (22), o PSL se reúne no Rio de Janeiro para debater a candidatura do deputado Jair Bolsonaro, as alianças possíveis e o nome do vice.

Conforme Barreto, a partir das convenções, as articulações políticas para formação das alianças nacionais deverão se afunilar, com vantagem para os maiores partidos que têm “mais meios de troca”. Ou seja, as negociações vão levar em conta o tempo de televisão que pode ser agregado nas disputas estaduais, os recursos para finaciamento das campanhas, as bancadas de deputados federais e estaduais e o total de prefeitos, que são cabos eleitorais decisivos nas eleições.




quarta-feira, 18 de julho de 2018

Prefeita de Riachuelo confirma voto em Carlos Eduardo

Em relação a nota publicada mais abaixo com o título: ‘Traição em Riachuelo (RN)‘, a prefeita Mara Cavalcanti  esclarece o seguinte:

Não existe o mínimo de suposição de minha parte que exista outro nome a não ser o de Carlos Eduardo para governador do RN.

Recentemente nomeei uma pessoa de grande competência para a Secretaria do Turismo em Riachuelo. Diga-se de passagem, sempre votou no PMDB local, na minha eleição e na reeleição pelo MDB. Antes de mais nada, esta pessoa e sua família é ligada a mim e ao nosso grupo, inclusive com ficha de filiação no MDB local.

O único candidato que nosso grupo apoiará será o de Carlos Eduardo.


Uber lança atualização para ajudar motorista a identificar o passageiro

Se você costuma usar o aplicativo de carona Uber, já deve ter passado por uma dessa situações: apesar da utilização do GPS, o motorista se desloca para uma rua contrária a sua, não consegue te identificar, pois várias pessoas que estão no local, também solicitaram o serviço. Para facilitar o reconhecimento, o app está lançando novas atualizações.

De acordo com a matéria publicada pelo Portal Tecmundo, o recurso é chamado de Spotlight. É comum o aceno com smartphone no ar quando o carro se aproxima e com a novidade é possível selecionar uma cor para iluminar a tela do telefone. Outra solução liberada pela companhia é a possibilidade de encaminhar detalhes extras de maneira mais fácil — como “estou de camisa xadrez” ou “estou encostado em tal canto” e o condutor responder rapidamente, apenas com um toque rápido no app.

O texto revela também que o serviço agora, garante a possibilidade de agendar o transporte com data e horário e garantia de que um motorista chegará a tempo — e o ressarcimento de US$ 10 em uma próxima corrida caso ele se atrase.

As atualizações anunciadas, estão sendo adaptadas e pode ser que haja algum tempo para que elas sejam disponibilizadas em cada praça. Portanto, devem ser distribuídas para todas as regiões ao longo das próximas semanas.




terça-feira, 17 de julho de 2018

Vem aí o II arraiá da Rua de Baixo

Neste sexta (20) em Bom Jesus, acontece o II o arraiá da Rua de Baixo com as bandas Joelika Denniz, Ely Brasil e Jéssica Oliver.

A festa tem início às 22h. Na compra de um balaio você garante a entrada da festa.



Assembleia Legislativa encerra semestre com balanço positivo das atividades

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte entra em período de recesso parlamentar com balanço positivo das atividades no primeiro semestre de 2018. Os deputados estaduais encerram o período após a apreciação de 122 projetos de lei, dentre propostas de autoria da Casa Legislativa e demais Poderes constituídos do Estado.
De autoria parlamentar, de fevereiro a julho, a Assembleia contabilizou 80 matérias. Do Executivo Estadual chegaram ao Legislativo Estadual 33 projetos. Do Tribunal de Justiça, foram 4, enquanto o Ministério Público encaminhou 2 projetos. O Tribunal de Contas e a Defensoria Pública enviaram uma matéria cada. Com isso, a Casa chega ao final do semestre contabilizando a apreciação de 96 projetos de leis ordinárias e 26 complementares.
Instrumentos oficiais para a requisição de pleitos dos deputados aos Poderes, os requerimentos propostos registraram marcas elevadas no período, com 1350 solicitações. Assuntos relacionados ao abastecimento de água no interior do Estado, ações na área da segurança pública, saúde e infraestrutura rodoviária foram os temas mais pautados pelas requisições parlamentares.
Durante os primeiros meses de 2018, a Assembleia Legislativa também foi palco de debates sobre temas relevantes para a sociedade. Exemplo disso é a audiência pública que marcou o lançamento da campanha publicitária institucional ‘Todos contra o abuso sexual infantil’. Destaque ainda para as audiências que debateram a situação dos hospitais regionais do Estado e de medidas contra o assassinato de policiais no RN. Ao todo, 28 audiências públicas foram promovidas, abordando assuntos como educação, segurança, saúde, meio ambiente, direitos humanos, cultura, turismo, comércio e indústria, entre outros.
Visando homenagear instituições, categorias profissionais e personalidades, a Casa Legislativa promoveu 17 sessões solenes, com destaque para a solenidade de lançamento e entrega da ‘Medalha de Mérito Esportivo Marinho Chagas’ à desportistas potiguares. Destaque ainda para a sessão em homenagem aos 14 anos da Fundação Amigos do Coração da Criança (Amico), marcada pela emoção dentre os presentes.
Se o semestre se encerra com balanço positivo das atividades parlamentares em plenário, o êxito alcançado é reflexo do trabalho desenvolvido pelos deputados nas oito Comissões Permanentes da Assembleia Legislativa. De maior vulto dentre elas, a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) encerra o período com a apreciação de 158 matérias. Igualmente relevante, a Comissão de Finanças e Fiscalização (CFF) contabiliza a análise de 26 projetos no período.
O primeiro semestre de 2018 também ficou marcado pela doação de equipamentos de Segurança e Saúde Pública feitos pela Assembleia Legislativa ao Governo do Estado. Buscando contribuir com o enfrentamento da violência no Rio Grande do Norte e com a melhoria do atendimento à saúde no interior, o parlamento potiguar doou 50 viaturas policiais e 85 ambulâncias ao Poder Executivo. A iniciativa, inédita no Estado, foi possível graças ao empenho dos deputados em implementar ações de economicidade do dinheiro público.
A alta produtividade registrada nos últimos anos pela Assembleia Legislativa é marca da atual gestão e reflete o empenho dos deputados em superar os desafios, proporcionando, cada vez mais, qualidade de vida e bem-estar ao norte-rio-grandense.
As atividades parlamentares do Plenário e Comissões do Legislativo entram em recesso nessa quarta-feira (18) e retornam dia 1º de agosto. No período, os setores administrativos da Casa seguem funcionando normalmente das 8 às 15 horas, de segunda à quinta, e das 8 às 13 horas nas sextas.


segunda-feira, 16 de julho de 2018

Garibaldi visita amigos em Tangará, Jardim do Seridó e Caicó

 senador Garibaldi Filho (MDB) cumpriu agenda nas cidades de TangaráJardim do Seridó e Caicó, no sábado (14), onde participou de encontro com amigos e lideranças, e do anúncio de apoio à pré-candidatura de Carlos Eduardo (PDT) ao Governo do Estado.
Na parte da manhã, por passagem a Tangará, Garibaldi foi recebido na casa do ex-prefeito Giovannu Pineiro, mais conhecido como Gija, que reuniu amigos e lideranças da cidade.
Logo em seguida, o senador seguiu para Jardim do Seridó, onde realizou visita a Joacy Dantas, pai do ex-prefeito e padre Jocimar Dantas. Ainda na cidade, foi ao encontro do ex-prefeito José Anchieta Rodrigues, do deputado federal Walter Alves (MDB) e do pré-candidato ao Governo, Carlos Eduardo, nas instalações da Rádio Cabugi do Seridó.
À tarde, o grupo seguiu para Caicó, onde participou da reunião de anúncio do apoio do prefeito Robson Batata (PSDB) à pré-candidatura de Carlos Eduardo, ao lado do prefeito de Natal, Álvaro Dias, do vereador do MDB,  Raimundo Lobão e do pré-candidato a deputado estadual Adjunto Dias.

IIº ARRAIÁ DO ECO VERDE EM BOM JESUS

Neste sábado (14) o bairro do Eco Verde em Bom Jesus, realizou o seu arraiá que vem em sua IIº edição com direito a muita comidas tipica e forró com as bandas Clenilson Show, Edinho Negrão e Joelika Diniz que fizeram forró até amanhecer o dia.

A festa foi pra laáde prestigiada com presença de políticos como o ex-prefeito Edmundo Júnior, sempre ao lado de sua esposa Débora Cunha, Flávio Marques e sua esposa Maria Lúcia, vereadores Elizaeth silva, Zezé Vilela, Leonardo Figueiredo e Raphael Melo, o sempre politico Jasso Santos e sua espoca Tatiana Maciel, parte da sociedade do município marcarão presença.


Confira alguns Clique da festa.



sexta-feira, 13 de julho de 2018

Henrique Alves ganha liberdade

O juiz Francisco Eduardo Guimarães concedeu na noite desta quinta-feira (12), liberdade ao ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves. Ele estava cumprindo prisão domiciliar.
A decisão ocorre dias após o depoimento do ex-ministro na Operação Manus.
A justiça federal do Distrito Federal  já tinha concedido a liberdade a Henrique Alves na Operação Sepsi.


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